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Análise rigorosa, fontes datadas e contexto no terreno para estrangeiros que avaliam morar, investir ou operar no Paraguai.
O que traz você ao Paraguai?
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A economia, sem fumaça
PIB, inflação, moeda, rating, energia e comércio — o contexto macro completo com nível de confiança em cada dado.
Guarani / dólar
A mais estável da América Latina em 2025 — com a nuance completa da série longa.
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Abrir conta, movimentar capital, compliance PLD, meios de pagamento e financiamento.
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Lei 6984/2022, via ordinária e Investor Pass — o marco mais ágil da região.
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O que é tributado e o que não é — e o mito da LLC desmontado com a lei na mão.
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O seu caso, aplicado
Orientação estruturada, residência, imobiliária e advisory — encontre a sua porta em 20 segundos.
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O Guia Definitivo do Paraguai
O site dá o mapa. O Guia dá o critério completo. O dado é grátis — o critério é o Guia: qual bairro para o seu perfil, onde sim e onde não, e o diretório de indicados verificados, que vive somente aqui. Online, sempre atualizado.
Orientação Estruturada · Paraguay Entry Plan
Para quem já decidiu explorar a sério e quer um plano próprio antes de movimentar capital: diagnóstico do seu caso, mapa de decisões (residência, estrutura, bancos, regiões), riscos específicos e agenda de passos 30/60/90 — por escrito, com entregáveis definidos.
- Inclui: sessões de trabalho, plano documentado, prioridades e próximos passos acionáveis.
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Como verificamos
Nossa regra-mãe: se um dado não pode citar sua fonte e sua data, ele não é publicado. É assim que funciona cada ponto de dados desta base:
Encontrou um erro? Corrigimos, datamos e deixamos registrado — a correção visível faz parte do método. O conteúdo editorial é produzido separado dos serviços comerciais.
Decidir sobre o Paraguai de fora é decidir no escuro
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Duas portas a partir do conteúdo
Tudo o que é publicado é grátis, com fonte e data. Quando precisar do critério completo ou do seu caso concreto, escolha o seu caminho.
Economia
O contexto macro do Paraguai, verificado.
Comparador de jurisdições
O Paraguai frente a 17 países relevantes: impostos, inflação e crescimento — cada número com data. Selecione uma jurisdição no globo ou na lista.
Resumo executivo
O Paraguai combina o maior crescimento da América do Sul (6,6% em 2025), inflação abaixo da meta do BCP, uma das dívidas públicas mais baixas do continente e grau de investimento em 2 das 3 grandes agências. A base do argumento não é um pico: é a regularidade — 17 dos últimos 21 anos no positivo.
PIB6,6% · 2025
Fechamento de 2025 segundo as Contas Nacionais Trimestrais do BCP (27/03/2026): 6,6%, com todos os setores em expansão (o agro somou +10,5% no ano). Nota de rigor: a página institucional do BCP ainda mostra o arredondamento "6%" da projeção — aqui publicamos o número das contas nacionais. 2026 começou com +5,8% interanual no primeiro trimestre (CNT). Em 21 anos, 17 no positivo; as 4 quedas foram leves (a pior: −0,8% em 2020). Projeção 2026: 4,2% (BCP) · 3,7% (FMI).
+3 fontes
◆ BCP · CNT Q1 · JUN-2026◆ BCP · IPoM / CPM JUN-2026◆ BANCO MUNDIAL · BCP · SERIE 2005-2025 · MÉDIA-ALTAInflação2,4% a.a. · mai-26
Meta do BCP: 3,5% ±2 pp. A inflação vem abaixo da meta; o risco de alta são os combustíveis (o Paraguai importa todo o seu combustível). Para comparações anuais use a média anual (~3,5%), não o ponto mais favorável.
Moeda e taxa de câmbio≈6.080–6.140 ₲/USD
O guarani foi a moeda mais estável da América Latina em 2025 e acumula uma valorização de ~24% interanual (faixa de 52 semanas em 13/07/2026: 6.010–7.977). A nuance honesta: o dólar tocou máximas de ~8.000–8.020 entre outubro de 2024 e março de 2025 (fechamentos BCP), e hoje ronda ~6.100; na década longa o guarani se depreciou desde ~4.300 (2011). Baixa volatilidade ≠ moeda fixa. Os aluguéis imobiliários costumam ser pactuados em dólares, o que reduz o risco cambial do investidor.
Expectativas de mercado (pesquisa EVE do BCP, jun-2026): ~₲6.200/USD para julho e ~₲6.393 no fechamento de 2026 — é pesquisa de expectativas, não cotação oficial.
+3 fontes
◆ BCP · EVE JUN-2026 · PROJEÇÃO◆ INVESTING · 13-JUL-2026 · REF. DE MERCADO◆ BCP · SÉRIE HISTÓRICA · MÉDIA-ALTABanco Central e política monetáriaUS$11.504,8M em reservas
De US$650M (2002) a máximas históricas — o colchão que sustenta a estabilidade cambial. O presidente do BCP recebeu o prêmio Best Central Banker 2025 da Global Finance (nota A).
A Taxa de Política Monetária está em 5,50%, ratificada por unanimidade no CPM de junho de 2026 após dois cortes no ano; o comitê monitora combustíveis, petróleo e o Fed. Expectativas de mercado (EVE): taxa estável no restante de 2026.
+2 fontes
◆ BCP · CPM JUN-2026◆ GLOBAL FINANCE · AGENCIA IP · OUT-2025Rating de crédito2 de 3 em grau de investimento
| Agência | Nota | Perspectiva |
|---|---|---|
| S&P | BBB− (grau de investimento) | Estável |
| Moody's | Baa3 (grau de investimento) | Estável |
| Fitch | BB+ (um degrau abaixo) | Positiva |
Precisão: duas das três grandes agências concedem grau de investimento; a Fitch está um degrau abaixo com perspectiva positiva. Único país sul-americano sem saída para o mar com ratings de grau de investimento.
Comércio exteriorchia #1 mundial
| Produto | Posição mundial |
|---|---|
| Soja | #3 exportador mundial (fechamento 2024) |
| Chia | #1 — fornece >50% do consumo mundial |
| Carne bovina | Entre os maiores exportadores mundiais |
+1 fonte
◆ CAPEXSE · REDIEX · 2024Energiasuperávit 100% renovável
O Paraguai gera 100% da sua eletricidade de fontes renováveis (Itaipu cobriu 77,6% da demanda de 2024; Yacyretá, 19,4%). A nuance que quase ninguém explica: o excedente não é 'exportado' a preço de mercado — é cedido ao Brasil e à Argentina por tratado a ~US$10/MWh, frente a ~US$100/MWh do mercado regional. O novo acordo tarifário de Itaipu (2024–2026) gera ao Paraguai ~US$1.200M anuais entre royalties, compensação e investimento social. A energia barata é a carta do país para atrair data centers; o risco estrutural: transmissão e secas do Paraná.
el data center de IA de US$10.000M anunciado no está verificado contra fuente primaria — tratalo como referencia.
+1 fonte
◆ PRESIDENCIA / ITAIPÚ · MÉDIA-ALTAImportações e dependência energética100% do combustível importado
O Paraguai não produz petróleo: importa a totalidade dos seus combustíveis e derivados — o canal direto pelo qual um choque externo vira inflação local, e o contraponto exato da sua abundância elétrica renovável. Na cesta importadora predominam as manufaturas (~77% em 2023), sinal de uma base industrial ainda em desenvolvimento e de espaço para substituição de importações.
Os totais de comércio de 2024 vêm de fonte secundária e ficam fora desta página até o cruzamento com o número primário do BCP/INE.
+1 fonte
◆ FOCUSECONOMICS · 2023 · MÉDIA-ALTAPrincipais indústriasestrutura em transição
O setor maior é serviços (comércio, transporte, bancos); o núcleo histórico é o agro (soja, carne, cereais), e por cima operam a energia hidrelétrica, a agroindústria e uma manufatura leve em ascensão — o Paraguai é um dos maiores fabricantes de motocicletas da América do Sul (+230.000 unidades/ano) — com a construção como motor recente e os data centers / IA como aposta emergente.
Os percentuais de participação setorial (≈47–49% serviços, ≈33% indústria, ≈11% agro; dados 2022–2023) são anteriores à revisão metodológica das contas nacionais do BCP: aqui publicamos a estrutura e a ordem, não os números finos, até a reverificação.
Perspectivas 2026normalização · 4,2% BCP
O consenso: o boom entra em fase de normalização — 4,2% (BCP) / 3,7% (FMI) para 2026, sem recessão à vista. Catalisadores concretos a observar: o terceiro grau de investimento (Fitch, perspectiva positiva; objetivo declarado do Governo), o Corredor Bioceânico (~2026) e a concretização dos data centers. Resultados sociais reportados: ~300.000 pessoas saíram da pobreza em dois anos e +260.000 empregos em três, com o desemprego mais baixo em 13 anos.
Riscos que os próprios analistas apontam: a lacuna entre confiança e execução, a governança (o ponto fraco segundo a Moody's) e a dependência de commodities e clima. Todo este módulo é projeção ou opinião atribuída — não fatos consumados nem conselho financeiro.
Quais indicadores observar (e quais ignorar) antes de colocar capital no Paraguai, e em que ordem.
Os cenários que poderiam mudar a tese Paraguai — com seus sinais precoces para detectá-los antes do mercado.
Como a valorização do guarani afeta o seu investimento, os seus custos e a sua repatriação — e como se protegem os que sabem.
Os 12 pontos que verificamos antes de recomendar qualquer investimento no Paraguai.
⚑ O que ainda não verificamos
Montantes e status dos projetos de investimento anunciados (X8CLOUD, Paracel, Corredor Bioceânico), a metodologia do comparativo de carga tributária total e os números de países estrangeiros do comparador. Quando verificarmos, aparece aqui com o seu selo.
Bancos y Sistema Financiero
Abrir cuenta, mover capital, compliance, medios de pago y financiamiento — lo operativo, verificado contra BCP y SEPRELAD.
Hallazgo principal de la verificación
Para el inversor extranjero, la tesis financiera de Paraguay se sostiene en tres hechos verificados que conviene leer juntos:
No hay control de cambios. Paraguay opera un mercado libre de divisas: el guaraní flota, cualquiera puede comprar/vender divisas y mover capital y repatriar utilidades sin restricción cambiaria general (Ley 489/95 Orgánica del BCP; Ley 2794/05). Las únicas medidas de restricción posibles son por emergencia nacional excepcional.
El sistema bancario está sólido. A marzo 2026, según la Superintendencia de Bancos: morosidad 2,46%, solvencia (adecuación patrimonial) 17,84%, liquidez 31,30%, rentabilidad 18,27%, con el crédito al sector privado creciendo +15,56% interanual. La tendencia frente a mayo 2025 es de menor mora y mayor solvencia.
La libertad opera dentro del compliance. El movimiento libre de capital convive con un marco de prevención de lavado (Ley 1015/97 mod. 3783/09; SEPRELAD como Unidad de Inteligencia Financiera) que exige conozca-a-su-cliente, origen de fondos y diligencia reforzada para PEP y clientes de mayor riesgo.
La frontera con Economía (Macroeconomía) se respeta: Economía conserva los indicadores agregados y de política monetaria (TPM, RIN); Bancos toma lo operativo y de acceso del usuario.
Acceso y apertura4 datos
Un extranjero puede abrir cuenta bancaria en Paraguay; el requisito habilitante de una cuenta plena es la cédula de identidad paraguaya (vinculada a residencia), con presencia física obligatoria.
La apertura exige identificación, comprobante de domicilio en Paraguay y declaración de origen de fondos; los depósitos mínimos reportados van de ~USD 500 a 3.000. Ningún banco permite apertura 100% remota: la presencia física es obligatoria. Los requisitos exactos varían por entidad y por su política de riesgo.
La cédula de identidad paraguaya (que deriva de la residencia) es el documento habilitante para una cuenta bancaria plena; el pasaporte funciona como identificación complementaria.
Sin cédula, un no residente queda limitado a productos básicos o de menor alcance (ver Bancos). La cédula conecta directamente el dominio de migración con el acceso bancario.
Un no residente puede abrir ciertas cuentas (de ahorro simplificadas/básicas) presentando pasaporte, con topes bajos de depósito/movimiento y restricciones para transferencias de alto valor.
Los depósitos en bancos y financieras (de residentes y no residentes, vista o plazo, en cualquier moneda) están cubiertos por el Fondo de Garantía de Depósitos, administrado por el BCP.
La cobertura llega a 75 salarios mínimos por persona (física o jurídica) y por entidad — no por cuenta: se suman todas las imposiciones del titular en la misma entidad y se deducen sus deudas. Con el mínimo vigente (₲3.044.000 desde 01/07/2026) equivale a ≈₲228 millones ≈ USD 37.000, y se actualiza con cada suba del salario mínimo. Excepciones con cobertura del 100%: depósitos en garantía de comercio exterior y depósitos judiciales (art. 1 inc. g). La garantía se honra en ≤15 días corridos vía transferencia a otra entidad, o ≤30 días en pago directo.
Mapa del sistema4 datos
La Superintendencia de Bancos es el órgano de supervisión prudencial de bancos y financieras de Paraguay; no es un organismo independiente, sino una dependencia dentro del BCP.
En Paraguay operan aproximadamente 17–18 bancos comerciales y unas ~20 entidades contando financieras, supervisados por la SIB del BCP.
Entre los principales: Continental, Itaú, Sudameris, GNB, Familiar, Ueno, Atlas, Bancop, Visión Banco, Río, Basa, Interfisa, además del estatal BNF. El número exacto cambia por fusiones y adquisiciones.
La banca pública paraguaya tiene dos entidades: el Banco Nacional de Fomento (primer piso) y la Agencia Financiera de Desarrollo (segundo piso).
El BNF (fundado 1961) presta directamente al cliente, con foco en agro, mipymes, vivienda e inclusión del interior. La AFD es el único banco público de desarrollo y opera como banca de segundo piso (ver Bancos).
Las cooperativas de ahorro y crédito son un pilar del sistema financiero paraguayo y están reguladas por el INCOOP, no por el BCP.
Las cooperativas "Tipo A" (las mayores) alcanzaron ~G. 47 billones en activos (~USD 6.500 M), cerca del 17% del sistema financiero formal; alrededor de 2 millones de paraguayos son socios.
Movimiento de capital2 datos
Paraguay no tiene control de cambios: opera un mercado libre de divisas con tipo de cambio flotante, donde cualquiera puede operar y mover capital.
Las operaciones de cambio (divisas, transferencias, títulos derivados de comercio exterior y movimientos de capital) se realizan libremente en el Mercado Libre de Divisas. El guaraní flota por oferta y demanda; las partes pactan la cotización. Restricciones sobre pagos al exterior solo pueden adoptarse en una emergencia nacional excepcional.
Al no haber control de cambios, un inversor extranjero puede repatriar capital y utilidades sin restricción cambiaria general, sujeto al compliance y a la tributación aplicable.
La salida de utilidades se cruza con el IDU (Impuesto a Dividendos y Utilidades): 8% residentes / 15% no residentes (ver Tributario). El movimiento debe cumplir las reglas de PLD/origen de fondos.
Compliance y PLD4 datos
La Ley 1015/97 (modificada por la Ley 3783/09) es el marco que previene y reprime la legitimación de dinero o bienes; rige las obligaciones de PLD de bancos y demás sujetos obligados.
SEPRELAD (Secretaría de Prevención de Lavado de Dinero o Bienes) es la Unidad de Inteligencia Financiera de Paraguay; recibe reportes de operaciones sospechosas y dicta los reglamentos de PLD/FT. · competencias: análisis de inteligencia financiera, regulación PLD/FT por resolución, recepción de ROS, supervisión de sujetos obligados · sitio_oficial: www.seprelad.gov.py
Los sujetos obligados deben aplicar debida diligencia del cliente y beneficiario final, con políticas internas, perfil transaccional, conservación de registros y reporte de operaciones sospechosas, bajo enfoque basado en riesgo.
SEPRELAD distingue diligencia simplificada, general y ampliada según el riesgo. Es el origen del "conozca a su cliente" que el extranjero encuentra al abrir cuenta.
Las Personas Expuestas Políticamente (PEP) y los clientes de mayor riesgo —incluidos ciertos extranjeros— están sujetos a medidas de diligencia reforzada/ampliada.
Medios de pago3 datos
El SIPAP es la plataforma del BCP que liquida los pagos de alto valor, los pagos minoristas de bajo valor y los valores del país. · competencias: liquidación de pagos interbancarios, integración de transferencias, tarjetas y billeteras · sitio_oficial: bcp.gov.py/web/institucional/sistema-de-pagos-del-paraguay
El SPI (Sistema de Pagos Instantáneos), componente del SIPAP, permite enviar y recibir transferencias en guaraníes 24/7, incluso feriados, con un tope de ₲5.000.000 por operación.
Las Entidades de Medio de Pago Electrónico (EMPE), es decir las billeteras digitales, están reguladas e integradas al SIPAP junto con transferencias y tarjetas.
Procesadores de pago autorizados por el BCP incluyen Bancard, Bepsa y Cabal (referencia de prensa, verificar).
Cambio y cripto3 datos
Advertencia de dominio. Esta sección documenta el marco legal como conocimiento factual para orientar al usuario, no como oferta de servicio. El área de criptoactivos es normativamente cambiante; sus datos llevan estado y confianza conservadores y deben re-verificarse con frecuencia. Paraguay Insider documenta el marco; no ejecuta operaciones de zona gris.
Las casas de cambio y entidades cambiarias están reguladas por la Ley 2794/05; ninguna persona puede operar en el Mercado Libre de Divisas sin autorización previa y expresa del BCP.
El capital mínimo integrado de las cambiarias se actualiza anualmente según el IPC del BCP.
A junio 2026 Paraguay no tiene una ley integral de criptoactivos: no están prohibidos ni habilitados por ley específica; el régimen real vigente combina PLD (sujetos obligados) y obligaciones tributarias de reporte.
El proyecto de ley aprobado por el Senado (jul-2022) fue vetado por el Ejecutivo (ago-2022) y archivado por Diputados (dic-2022); el debate legislativo sigue abierto. Los Proveedores de Servicios de Activos Virtuales (PSAV/VASP) son sujetos obligados de SEPRELAD (Resol. 08/2021 y 314/2021), con KYC/monitoreo/ROS, pero sin un régimen de licencia formal de VASP. En 2026 se sumó una obligación tributaria de reporte de transacciones (ver cambios).
El BCP sostiene que las criptomonedas no son moneda de curso legal, no tienen poder cancelatorio obligatorio ni respaldo del Estado, no están autorizadas por la SIV/BCP y son inversiones de alto riesgo.
Financiamiento4 datos
La AFD es el único banco público de desarrollo de Paraguay y opera como banca de segundo piso: no presta directamente al cliente final, sino que canaliza recursos a través de bancos, cooperativas y financieras.
El cliente solicita el crédito en la entidad financiera intermediaria; la AFD da la "no objeción" y desembolsa. Sus productos incluyen vivienda (hasta 20 años con garantía hipotecaria; hasta 30 con garantía fiduciaria), PROMIPYMES, PROCRECER, Primera Vivienda y Mi Casa, además de financiación a empresas de leasing y factoring. · sitio_oficial: www.afd.gov.py
El sistema ofrece crédito a empresas y personas —incluyendo hipotecario, leasing y factoring— con acceso directo en bancos/cooperativas y fondeo de segundo piso vía AFD.
Las tasas de interés del sistema financiero a marzo 2026 son, en promedio ponderado, las de la tabla.
| concepto | moneda | tasa (mar-2026) |
|---|---|---|
| Tasa activa (préstamos) | guaraníes (MN) | 16,40% |
| Tasa pasiva (depósitos) | guaraníes (MN) | 6,85% |
| Tasa activa (préstamos) | divisas (ME) | 7,99% |
| Tasa pasiva (depósitos) | divisas (ME) | 4,15% |
El crédito al sector privado creció +15,56% interanual a marzo 2026 (MN +13,13%, ME +20,84%).
Salud del sistema2 datos
Indicadores de solidez bancaria (describen la solidez de la banca, no la macro). Comparten fuente (Superintendencia de Bancos del BCP) y reloj (informe mensual), por lo que se catalogan como un dato-tabla perecedero.
El sistema de bancos y financieras de Paraguay presenta, a marzo 2026, indicadores de solidez sanos según la Superintendencia de Bancos.
| indicador | valor (mar-2026) | referencia (may-2025) |
|---|---|---|
| Morosidad (cartera vencida) | 2,46% | 2,63% |
| Solvencia (adecuación patrimonial) | 17,84% | 16,58% |
| Liquidez | 31,30% | 28,93% |
| Rentabilidad | 18,27% | 20,98% |
Los depósitos del sector privado crecieron +16,90% interanual a marzo 2026 (MN +16,00%, ME +18,42%).
Vacíos declaradosno verificado
Lo que este dominio no afirma todavía — declarado en la verificación y pendiente de fuente:
lista nominal completa y conteo exacto de entidades a 2026 (registro de la SIB carga por JS); montos absolutos de depósitos/créditos del sistema; detalle de la Resolución tributaria cripto 47/26 (solo prensa); requisitos taxativos por banco para no residentes.
Comparativa real por tipo de cliente — extranjero recién llegado, empresa, inversor — con lo que cada banco exige y lo que nadie te dice en el mostrador.
La secuencia exacta documento por documento, los errores que retrasan meses, y cómo llegar con todo listo a la sucursal.
Cómo estructurar la entrada y repatriación de fondos cumpliendo compliance sin fricción innecesaria — con el cruce tributario (IDU) resuelto.
Cómo preparar tu perfil KYC para que el banco diga sí a la primera.
Vida Cotidiana y Costo de Vida
¿Cuánto cuesta vivir en Paraguay? El ancla oficial y los precios de mercado, cada uno con su nivel de confianza.
Todas las conversiones a USD usan ≈₲6.140 por dólar (tipo de cambio referencial del BCP, junio 2026 — coincide con el dato ). Es un dato perecedero: NO cachear. Mostrar siempre con su fecha y verificar el día en bcp.gov.py. Cuidado con artícu
Hallazgo principal de la verificación
Todas las conversiones a USD usan ≈₲6.140 por dólar (tipo de cambio referencial del BCP, junio 2026 — coincide con el dato Economía). Es un dato perecedero: NO cachear. Mostrar siempre con su fecha y verificar el día en bcp.gov.py. Cuidado con artículos de 2023–2024 que usan ₲7.300/USD: ese valor está desactualizado ~18% y distorsiona toda conversión.
Paraguay es genuinamente barato, de forma consistente en todas las fuentes: uno de los países más económicos de Sudamérica, muy por debajo de EE.UU./Europa en alquiler, comida y servicios. El café, la carne y el combo de comida rápida figuran entre los más baratos de la región (comparativas secundarias, orden de magnitud).
El ancla oficial del costo de vida es bajo: el salario mínimo legal es ₲3.044.000/mes (≈USD 496) desde el 1/7/2026, y la canasta básica de consumo del INE es ₲933.108/persona/mes (≈USD 152) urbana. Esto fija el piso real de la vida cotidiana.
Pero el rango se dispara con dos gastos: vivienda en zona premium y colegio internacional (≈₲3–5M/mes por hijo, que iguala o supera un salario mínimo). El presupuesto de un extranjero depende casi por completo de estas dos decisiones.
La inflación está controlada (2,4% interanual a mayo 2026, dentro de la meta del BCP) — pero ese dato vive en Economía (macro), no acá; Vida cotidiana solo lo referencia.
Costo de vida general3 datos
El salario mínimo legal del sector privado es ₲3.044.000/mes (≈USD 496) desde el 1 de julio de 2026.
Reajustado +5% por el Decreto N° 6225/2026. El valor anterior, vigente hasta el 30/06/2026, era ₲2.899.048 (≈USD 472). El salario mínimo es la mejor referencia oficial del piso de costos del país y funciona como unidad de comparación (ej.: un colegio top cuesta más de un salario mínimo).
Las líneas de canasta básica del INE para 2025 (publicadas 03/2026) fijan el umbral monetario de subsistencia.
| canasta | urbana (₲/persona/mes) | rural (₲/persona/mes) |
|---|---|---|
| Alimentos (línea pobreza extrema) | 412.618 | 376.816 |
| Consumo total (línea pobreza total) | 933.108 (≈USD 152) | 681.839 |
Paraguay es consistentemente uno de los países más baratos de Sudamérica; el costo de vida es marcadamente inferior al de EE.UU. y Europa.
Comparativas de mercado ubican el costo de vida ~50% por debajo de EE.UU. y el alquiler ~70% más barato; Asunción aparece con el café y el combo de comida rápida entre los más baratos de la región. La afirmación cualitativa es robusta; los porcentajes exactos son indicativos.
Vivienda y alquiler2 datos
El alquiler mensual en Asunción varía por zona y tipología según los rangos de la tabla (precios de oferta publicada, no transacciones cerradas).
| zona / tipología | ₲/mes | ≈USD |
|---|---|---|
| Centro/microcentro · 1 dorm | 2.000.000–3.000.000 | 325–490 |
| Centro · 2 dorm | 3.000.000–4.500.000 | 490–730 |
| Barrios medios (Recoleta, Los Laureles, Las Mercedes) · 1 dorm | 2.800.000–4.500.000 | 455–730 |
| Barrios medios · 2 dorm | 4.000.000–6.500.000 | 650–1.060 |
| Premium (Villa Morra, Carmelitas) · 1 dorm | 3.300.000–6.000.000 | 540–980 |
| Premium · 2 dorm | 5.500.000–9.000.000 | 895–1.465 |
Al alquiler se suman expensas de condominio (₲300.000–1.500.000/mes según categoría) y, habitualmente, IVA del 10%.
En muchos avisos premium de Villa Morra el precio publicado ya incluye IVA y expensas; conviene confirmar caso por caso qué incluye el monto.
Servicios públicos y conectividad5 datos
La tarifa eléctrica residencial de la ANDE es de ₲311,55 a ₲365,45 por kWh según tramo de consumo (≈US$0,05/kWh; sin IVA), con tarifa social de descuento para bajos consumos.
Tramos: 0–50 kWh ₲311,55 · 51–150 ₲349,89 · >150 ₲365,45. La Tarifa Social (Ley 3480/08) da descuentos del 25%/50%/75% por tramo. La electricidad en Paraguay es barata (energía hidroeléctrica).
La tarifa de agua de ESSAP es de un cargo fijo ≈₲4.707/mes más ≈₲1.236/m³ (primeros 15 m³, sin IVA); el alcantarillado añade ~100% del consumo de agua.
Las tarifas se mantuvieron sin grandes cambios desde 2011.
La garrafa de gas de 10 kg cuesta ≈₲110.000 tras la suba de mayo 2026.
La fibra al hogar (solo internet) cuesta ₲100.000–200.000/mes; un plan móvil típico (~10 GB) ≈₲99.000/mes.
Proveedores: Tigo, Personal (Núcleo), Claro, Copaco. Los combos internet+TV van de ₲200.000–280.000.
Un hogar (~85 m²) gasta del orden de ₲600.000/mes en el paquete de servicios básicos (luz + agua + gas + internet + móvil), variable según clima/consumo.
Numbeo estima ~₲227.000 solo en luz/agua/basura/clima; sumando internet y móvil se llega al orden de ₲600.000.
Alimentación y consumo3 datos
Los precios de supermercado de productos básicos a 2026 se ubican en los rangos de la tabla.
| producto | precio (₲) |
|---|---|
| Leche (1 L) | 6.600–7.200 |
| Huevos (docena) | 13.300 |
| Arroz (1 kg) | 7.400 |
| Pan (1 kg) | 6.900 |
| Pollo, pechuga (1 kg) | 24.000–28.000 |
| Carne vacuna (1 kg, según corte) | 28.000 (costilla) – 51.000 (vacío); premium >55.000 |
| Queso fresco (1 kg) | 49.700–56.500 |
Un almuerzo/menú económico ronda los ₲40.000; un restaurante de gama media para dos personas (3 platos) ≈₲240.000; un cappuccino ≈₲17.700.
El café de Asunción figura entre los más baratos de la región.
El gasto en comida por persona va desde ₲412.618/mes (mínimo de subsistencia INE) hasta ~₲1.000.000–1.500.000/mes para una dieta de clase media con algo de restaurante.
Es un rango derivado, no un dato puntual; el extremo inferior es umbral de pobreza, no estándar de vida cómodo.
Transporte y movilidad4 datos
Los precios de combustible de Petropar (petrolera estatal) a junio 2026 son los de la tabla; las privadas (Copetrol, Shell, Puma) se equipararon.
| producto | ₲/litro | ≈USD |
|---|---|---|
| Nafta Kapé 88 | 6.690 | 1,09 |
| Nafta Oikoite 93 | 7.190 | 1,17 |
| Nafta Aratiri 97 | 8.540 | 1,39 |
| Diésel Porã (común) | 8.200 | 1,33 |
| Diésel Mbarete (premium) | 10.000 | 1,63 |
El pasaje de bus interno en Asunción cuesta ₲3.400 (interno) / ₲2.300 (metropolitano subsidiado).
Un viaje urbano típico en app cuesta ₲15.000–30.000 (tarifa mínima Bolt ~₲8.400 + ~₲2.450/km).
La patente de rodados es del 0,3% anual sobre el valor imponible depreciado del vehículo (12% de descuento por pago en enero); la habilitación vehicular es una tasa de ₲50.000 a ₲800.000 según antigüedad.
Régimen unificado por la Ley 7459/2025.
Salud y educación cotidianas2 datos
Resumen de costos de bolsillo. Salud y Educación tienen carpetas/dominios propios para el detalle; acá solo el orden de magnitud que pesa en el presupuesto.
El seguro público (IPS) implica un aporte del trabajador del 9% del salario (empleador 16,5%); la medicina prepaga privada individual va de ₲238.000 a ₲433.000+/mes (≈USD 39–70) en gama básica-media.
La cobertura prepaga alcanza solo ~7–8% de la población.
Un colegio "top" en Asunción cuesta del orden de ₲3.000.000/mes (≈USD 490) por hijo, con colegios internacionales más caros (American School USD 7.750–9.500/año; St. Anne's ₲4,07–4,26M/mes; Goethe ₲3,48–4,18M/mes).
Una cuota de colegio élite iguala o supera un salario mínimo mensual: es el mayor diferenciador del presupuesto de una familia extranjera.
Presupuesto mensual tipo1 dato
Un extranjero en Asunción puede esperar tres órdenes de presupuesto mensual según estilo de vida, dominados por vivienda y colegio.
| perfil | ₲/mes | ≈USD/mes |
|---|---|---|
| Persona sola, modesta (1 dorm barrio medio, transporte público) | ~6.000.000 | ~975 |
| Pareja, confort (2 dorm zona buena, 1 auto, salidas) | ~12.700.000 | ~2.070 |
| Familia 2+2 con colegio internacional (3 dorm premium, auto, prepaga) | 26–28.000.000 | 4.250–4.560 |
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Vacíos declaradosno verificado
Lo que este dominio no afirma todavía — declarado en la verificación y pendiente de fuente:
tipo de cambio diario exacto, precio del aceite comestible, tarifas móviles exactas, primas de seguro de auto, cuotas de la mayoría de prepagas, aranceles de varios colegios, stock de góndola del INE 2026, montos propios de portales inmobiliarios distintos a UbicaProp/InfoCasas.
Lo que cuesta de verdad cada estilo de vida en Asunción — armado con datos verificados, no con promedios de portales.
Corredor por corredor: qué zona conviene si venís solo, con familia, o a invertir — con precios reales por barrio.
Lo que todo extranjero paga de más en sus primeros 12 meses — alquiler, servicios, trámites — y cómo evitarlo.
La secuencia óptima de trámites, cuentas y contratos para instalarte sin perder tiempo ni pagar dos veces.
Tributario
Fuente territorial de verdad: qué tributa, qué no, y el matiz que los blogs omiten — sin mitos de "0% total".
Síntesis del dominio
Paraguay tributa por fuente territorial (Ley 6380/2019): se grava la renta generada en Paraguay; la renta de fuente extranjera queda, por regla general, fuera. Las tasas son de las más bajas de la región (IRE 10%, IVA 10%, IRP 8-10%, IDU 8%) y no existe regla de 183 días para la residencia fiscal. El matiz que separa la realidad del mito: "territorial" no significa "0% automático" — la fuente de la renta se determina por dónde se realiza la actividad, no por dónde se factura, y la DNIT lo audita con documentación. - Confianza global: ALTA (pilares contra DNIT; incentivos y red de convenios con verificaciones pendientes declaradas).
El Régimen2 datos
La Ley 6380/2019 "de Modernización y Simplificación del Sistema Tributario" rige todo el sistema: creó IRE, IDU, IRP e INR y consolidó el principio de fuente territorial. Administra la DNIT (ex SET), vía sistema Marangatu.
Solo la renta de fuente paraguaya tributa. Fuente extranjera (salario pagado desde afuera por trabajo hecho afuera, dividendos extranjeros, ganancias sobre activos extranjeros) queda en general fuera del IRP/IDU.
El límite (el matiz que los blogs omiten): la fuente se determina por dónde se desarrolla la actividad o dónde está el bien — no por la nacionalidad del pagador ni la forma jurídica. Servicios prestados desde Paraguay = fuente paraguaya, aunque el cliente y la factura sean extranjeros. La posición del 0% se sostiene con documentación (contratos, extractos, lugar de prestación) que la DNIT puede exigir.
LOS IMPUESTOS (pilares)2 datos
Fecha verif.: 06/07/2026. · Confianza: MUY ALTA (tasas) · ALTA (umbrales de regímenes — confirmar valores vigentes del ejercicio al publicar).
Posibles cambios: los umbrales de SIMPLE/RESIMPLE y el mínimo del IRP se actualizan por normativa; verificar antes de cada publicación.
El circuito completo del inversor: la empresa paga IRE 10% sobre su renta neta; al distribuir, el dueño paga IDU 8% (residente) o 15% (no residente). Carga combinada efectiva: ~17,2% residente · ~23,5% no residente — de las más bajas de la región.
Residencia Fiscal2 datos
Paraguay no aplica la regla de 183 días. La residencia fiscal se apoya en residencia legal + cédula + inscripción en el RUC; el certificado de residencia fiscal lo emite la DNIT conforme a la RG 65/2020 (puede pedir constancias de movimientos migratorios, sin umbral de días fijado en la norma).
Matiz técnico honesto: la Ley 6380 no define residencia fiscal de la persona física con una fórmula única (solo para entidades, art. 5); el estatus se apoya en criterios como domicilio permanente y vínculos sustanciales. El RUC es condición operativa, no constitutiva.
"0% de impuesto" no es "0% de obligaciones": el residente fiscal alcanzado presenta declaración anual del IRP; la renta de fuente extranjera no tributa pero se declara (con respaldo de origen) para justificar patrimonio; y la renta de fuente paraguaya se declara siempre.
El Extranjero Y Sus Estructuras2 datos
El esquema viral "residencia paraguaya + LLC de EE.UU. = 0%" no coincide con la posición de la DNIT cuando el servicio se presta desde Paraguay: los retiros/utilidades de la LLC son contraprestación de servicios personales realizados en el país → fuente paraguaya → IRP 8-10%. La DNIT mira el lugar de prestación, no la forma jurídica ni el tratamiento fiscal de la LLC en EE.UU.
El 0% que sí existe: dividendos genuinos de una entidad extranjera (con sustancia, no mero vehículo de facturación del trabajo propio) percibidos por el residente = fuente extranjera, fuera del IRP/IDU (art. 6 num. 4 y art. 57).
Tratamiento editorial: publicar como advertencia, no como asesoría. Es el dato que más credibilidad gana frente a contadores.
La actividad cripto por encima de ~USD 5.000 debe reportarse a la DNIT vía Marangatu conforme a la Resolución General N° 47/2026, incluso cuando la renta subyacente sea de fuente extranjera.
Doble Imposición2 datos
El Convenio de Doble Imposición España–Paraguay está en vigor desde el 14/10/2024 (firmado en Santo Domingo el 25/03/2023; BOE 29/07/2024). Cubre, del lado paraguayo, IRP, IRE, IDU e INR; del español, IRPF, IS e IRNR. Modelo OCDE 2017 con cláusulas BEPS: limitación de beneficios (LOB), beneficiario efectivo, intercambio de información. Puntos operativos verificados: establecimiento permanente en obras si superan 9 meses; tope del 5% en intereses; remesas de EP al exterior con tope 5%.
Por qué importa: para el español que se muda o invierte, el análisis ya no es solo territorial paraguayo — el CDI asigna potestades y evita dobles cargas. Casi nadie lo está explicando bien: ventana de contenido franca.
Dato preliminar: Paraguay tiene una red de CDIs reducida (históricamente: Chile, Taiwán, Qatar, EAU, Uruguay; ahora España). La lista completa y vigencias NO se verificó contra fuente oficial en esta pasada.
Confianza: MEDIA. · Estado: por-revisar — verificar contra MRE/DNIT antes de publicar la lista.
INCENTIVOS (pendiente de profundización)1 dato
Dato preliminar: Existen regímenes de incentivo a la inversión (Ley 60/90: exoneraciones a proyectos aprobados) y el régimen de maquila (tributo único del 1% sobre valor agregado en territorio nacional, orientado a exportación). Societario y Inmobiliario los referencian.
Confianza: MEDIA — conocimiento general no verificado contra textos oficiales en esta pasada. · Estado: por-revisar (leer Ley 60/90 y Ley 1064/97 de maquila antes de publicar tasas y alcances).
Operativa1 dato
Toda la operación tributaria corre por el sistema Marangatu (DNIT) con el RUC como identificador. Vencimientos por calendario perpetuo según terminación del RUC (RG 38/2020); el IDU retenido se paga hasta el día 13 del mes siguiente.
Migración y Residencia
Ley 6984/2022, la vía ordinaria en dos etapas y el Investor Pass 2026 — el marco más ágil de la región, en evolución.
Síntesis del dominio
⚠️ El marco migratorio paraguayo está en plena evolución normativa (Investor Pass abr-2026; Res. DNM 407/2026 sobre solvencia). Parte de la reglamentación operativa del Investor Pass sigue en desarrollo según estudios jurídicos locales. Todo dato de este dominio es más perecedero que el promedio: verificar contra DNM/MIC antes de cada publicación.
Paraguay tiene uno de los regímenes de residencia más accesibles y ágiles de la región, regido por la Ley 6984/2022. La vía ordinaria es en dos etapas (temporal 2 años → permanente 10 años). Desde abril de 2026, el Investor Pass permite a inversores acceder a la residencia permanente directa, sin etapa temporal, desde USD 70.000. La residencia permanente abre la puerta a la naturalización a los 3 años. Clave para extranjeros: la residencia *migratoria* y la residencia *fiscal* son estatus distintos.
Confianza global del bloque: ALTA (núcleo sobre fuente primaria DNM/MIC).
Marco legal3 datos
La Ley N° 6984/2022 (sancionada 17/10/2022) rige todo el sistema migratorio; derogó la Ley 978/96. Cambios estructurales: la residencia temporal pasó a ser requisito previo obligatorio de la permanente (salvo vía inversionista), y se eliminó el depósito bancario de ~USD 5.000 que exigía el régimen anterior.
Posibles cambios: reglamentaciones por resolución (ver Residencia) modifican requisitos operativos sin tocar la ley.
Resolución MIC N° 283/2026 (firmada 21/04/2026, vigente desde 28/04/2026): regula la Constancia de Inversionista Extranjero (CIE) vía SUACE y habilita la residencia permanente directa por inversión. Abroga la Res. 1052/2025. Presentación oficial: 17/04/2026 en São Paulo (ministro Riquelme + director de Migraciones Kronawetter).
Posibles cambios: ⚠️ parte de la reglamentación operativa sigue en desarrollo (Avanzia, 28/04/2026). Confirmar requisitos exactos al momento de cada trámite.
La Resolución DNM N° 407/2026 actualiza y unifica la acreditación de solvencia económica para la residencia permanente — tanto bajo la Ley 6984/22 como bajo el Acuerdo de Residencia del Mercosur — vigente para los trámites ingresados desde el 6 de julio de 2026. Define 12 categorías con requisitos documentales propios: profesionales, técnicos, empleados, independientes (comercio/servicios), teletrabajadores o nómadas digitales, propietarios de inmuebles, accionistas o socios, agricultores y ganaderos, religiosos, jubilados o pensionados, dependientes y estudiantes. El título profesional solo ya no basta: se exige ingreso comprobable y ejercicio efectivo de la actividad declarada. Además, elimina la profesión impresa del Carnet de Admisión (el dato queda en el sistema de la DNM).
Posibles cambios: Archivar el PDF del articulado completo (pendiente menor); los requisitos por categoría se consultan en el portal de la DNM.
Las vías de residencia6 datos
Tres vías principales: (1) Ordinaria — temporal (2 años) → permanente (10 años, renovable). (2) Investor Pass / SUACE — permanente directa por inversión, sin etapa temporal (única excepción legal a la regla). (3) Mercosur — régimen del Acuerdo de Residencia para ciudadanos de países miembros y asociados, con requisitos simplificados.
Autorización por hasta 2 años, prorrogable por igual período. Beneficios desde el inicio del trámite: estatus de "residente precario" (habilita a salir/reingresar, estudiar y trabajar) y acceso a la cédula paraguaya con la misma validez que la residencia. Es requisito previo de la permanente en la vía ordinaria.
Se tramita dentro de los 3 meses anteriores al vencimiento del carnet temporal (con vencido: hasta 1 mes después, pagando multa). La permanente autoriza residencia indefinida; carnet y cédula se renuevan cada 10 años.
Nota práctica (secundaria, consistente): el cambio puede iniciarse desde ~21 meses de estancia legal.
Posibles cambios: la prueba de solvencia fue actualizada por la Res. DNM 407/2026, vigente desde el 06/07/2026 (ver Residencia).
Actualización 07/2026: Desde el 06/07/2026, la solvencia económica del cambio a permanente se acredita según las 12 categorías de la Res. DNM 407/2026 (ver Residencia).
Regla operativa (página oficial DNM): vencido el carnet temporal, el cambio a permanente puede tramitarse hasta 1 mes después pagando la multa; transcurrido ese mes, solo queda solicitar la prórroga de residencia temporal (por igual período), disponible hasta 6 meses posteriores al vencimiento.
| Modalidad | Monto mínimo | Condiciones clave |
|---|---|---|
| Inversión productiva (vía SUACE preexistente) | USD 70.000 | Plan de negocios aprobado (industrial/comercial/servicios) + 5 empleos formales mínimo. La inversión debe ser en activos productivos tangibles (inmuebles, maquinaria, equipos, obras) — alquileres, salarios y gastos corrientes NO computan |
| Turismo | USD 150.000 | Proyectos del sector turístico |
| Inmobiliaria | USD 200.000 | Sin plan de negocios ni empleos. Dos vías documentales: escritura pública registrada, o contrato privado notariado con ≥30% del valor pagado (habilita pozo/preventa). Excluye inmuebles de uso personal o familiar |
| Instrumentos financieros | USD 200.000 | Tenencia mínima 2 años; reporte anual; sin empleos ni plan |
Compliance: documentos de fondos con antigüedad máxima de 180 días + declaración de origen de fondos (régimen antilavado). Antecedentes penales + verificación Interpol se mantienen.
Insight editorial (diferencial): la vía del 30% en inmobiliario hace de Paraguay un caso casi único — la mayoría de los programas del mundo (Grecia, Panamá, Caribe) exigen la inversión completa fondeada antes de otorgar la residencia.
La Constancia de Inversionista Extranjero se solicita vía SUACE; plazo máximo de emisión: 5 días hábiles desde la solicitud completa (salvo observaciones). Con la CIE se tramita la permanente directa ante la DNM. La CIE habilita además la inscripción en el RUC (régimen fiscal de residentes).
Plazos totales del proceso inversor (secundaria, orientativo): 4–9 meses de punta a punta (CIE 2-8 semanas · constitución de empresa 2-8 semanas · revisión DNM 2-6 meses). Requiere ~3 visitas cortas: solicitud vía SUACE, solicitud de cédula, retiro de cédula. Confianza de los plazos: MEDIA — fuentes de mercado, marcar como estimación.
Sistema Unificado de Atención Empresarial para la Apertura y Cierre de Empresas — ventanilla única interinstitucional para apertura/formalización de empresas y trámite especial de residencia de inversionistas.
Documentos y proceso3 datos
(1) Certificado de nacimiento; (2) certificado de estado civil (matrimonio / sentencia de divorcio / defunción del cónyuge según caso); (3) antecedentes penales vigentes (en estados federales, emitidos por policía federal); (4) visa si aplica. Todos apostillados (Convenio de La Haya) o legalizados por consulado paraguayo + MRE en Asunción.
Reglas duras: documentos en idioma extranjero → traducción por traductor público matriculado en Paraguay (portugués de Brasil exceptuado). Menores de 14: sin antecedentes. Menores de 18: firma con ambos padres/tutores.
Advertencia editorial: cualquier inconsistencia formal reinicia el proceso — es la causa nº 1 de rechazo.
(1) Copia notariada de pasaporte y sello de entrada; (2) antecedentes Interpol (Cnel. Gracia 468, Asunción); (3) antecedentes para extranjeros del Depto. de Informática de la Policía Nacional; (4) certificado de vida y residencia (comisaría jurisdiccional); (5) declaración jurada de respeto a la Constitución y leyes ante la DNM.
La expide el Departamento de Identificaciones de la Policía Nacional. Validez: igual a la residencia temporal en esa etapa; 10 años con la permanente. Es el documento de vida diaria (bancos, contratos, todo).
Mantenimiento y pérdida del estatus2 datos
Temporal: se pierde por ausencia injustificada > 12 meses consecutivos. Permanente: la ley no fija mínimo de días por año; regla operativa: ingresar al menos una vez cada 3 años. Autorización previa: antes de exceder los plazos, el residente puede gestionar ante la DNM una autorización previa de ausencia que resguarda su categoría (Ley 6984, art. 55 inc. 2; recordatorio oficial de la DNM del 08/04/2026).
Ausencias > 36 meses pueden abrir un proceso formal de caducidad — requiere resolución de la DNM, no es automático.
Ciudadanía1 dato
Requiere 3 años de residencia (base constitucional) como residente permanente. Régimen ordinario — el Investor Pass no es un programa de ciudadanía por inversión: solo acorta el camino al eliminar la etapa temporal. Condiciones reportadas: no ausentarse más de ~3 meses por año durante el período; examen de idioma nivel básico; demás recaudos del régimen general.
Nota de confianza: el detalle fino de requisitos (ausencias, examen) debe cruzarse con fuente oficial de justicia antes de publicar como hecho. ---
Frontera crítica: migratoria ≠ fiscal1 dato
La residencia migratoria (DNM) no equivale a residencia fiscal (DNIT) — son estatus separados con criterios propios. La CIE/permanente habilita el RUC, pero la residencia fiscal y sus efectos (CRS, FATCA, residencia fiscal en el país de origen) requieren análisis independiente.
Advertencia editorial: este es el malentendido nº 1 del extranjero que llega. Publicar siempre juntos. ---
La demanda1 dato
2025 cerró en récord: 47.687 solicitudes de residencia (+63% vs 2024) y 40.600 residencias otorgadas (+42%) — 34.875 temporales y 12.812 permanentes; Brasil encabeza con el 58% de las otorgadas. Q1 2026: 18.071 solicitudes, prácticamente el doble del mismo período de 2025 según el director de Migraciones. A mayo de 2026 la serie sigue acelerando: 27.809 solicitudes (+69% interanual).
Posibles cambios: Refresco trimestral — es el dato que mejor cuenta "el mundo está llegando".
Vacíos declaradosno verificado
Lo que este dominio no afirma todavía — sin esto, no se publican costos ni detalle fino:
Tasas y aranceles oficiales de la DNM — VERIFICADO 13/07/2026: publicados en migraciones.gov.py/aranceles-migratorios (escala en jornales, Ley 6984 art. 100; Dec. 4122/2025 + Res. DNM 513/2025), actualizados el 01/07/2026. Claves: residencia temporal y permanente 25 jornales cada una (≈₲2,93M ≈ USD 477 al jornal vigente, valor derivado); temporal Mercosur ₲2.230.040 (escala may-2026); prórroga de temporal ₲1.287.847; renovación de carnet permanente ₲468.308; multa por estadía vencida ₲702.462 (Agencia IP, 01/07/2026). Falta transcribir la tabla completa a la base antes de publicar costos en los datos.
PDF del articulado de la Res. DNM 407/2026 — la resolución ya fue verificada vía comunicado oficial de la DNM (13/07/2026); falta archivar el texto completo para la base.
Reglamentación operativa pendiente del Investor Pass — confirmada como "en desarrollo" a fines de abril; verificar estado actual.
Detalle del régimen Mercosur (requisitos y diferencias exactas) — mencionado, no desarrollado.
Costo y plazos exactos de la cédula (Identificaciones).
Mantenimiento de la inversión del Investor Pass (período mínimo para conservar la permanente) — señalado como zona gris por Avanzia; sin definición normativa clara encontrada.
Paraguay Investor Pass 2026: residencia permanente directa por inversión
El Investor Pass otorga residencia permanente directa — sin etapa temporal previa — a inversores extranjeros, con cédula por 10 años. Vigente desde abril de 2026 (Resolución MIC N° 283/2026), desde USD 70.000, con procesamiento de 90–120 días corridos vía SUACE.
Qué es y para quién
El Investor Pass es el carril rápido migratorio de Paraguay para inversores: en lugar del camino ordinario en dos etapas (residencia temporal de 2 años y recién después la permanente), el inversor calificado accede directamente a la residencia permanente con cédula paraguaya válida por 10 años.
Para quién tiene sentido: inversores con capital desde USD 70.000 que quieren establecer base legal en Paraguay sin esperar dos años de residencia temporal — para operar un negocio, invertir en inmuebles con renta, o construir un plan B patrimonial en la jurisdicción de impuestos territoriales más ágil de la región.
Para quién no: si no vas a invertir, la vía ordinaria (Ley 6984/2022) sigue disponible con requisitos de solvencia mucho menores — más lenta, pero sin exigencia de capital. Ver la comparativa más abajo.
Las 4 modalidades de inversión
| Modalidad | Mínimo | Condiciones clave |
|---|---|---|
| Productiva | USD 70.000 | Plan de negocio + compromiso de 5 empleos permanentes |
| Turismo | USD 150.000 | Infraestructura designada por la autoridad turística nacional |
| Bursátil | USD 200.000 | Instrumentos registrados en la Bolsa de Valores de Asunción · tenencia mínima 2 años |
| Inmobiliaria | USD 200.000 | Debe generar renta (no uso personal) · admite 30% de entrega en contratos |
Lectura práctica: la modalidad productiva es la puerta más barata (USD 70.000) pero la más exigente en gestión — plan de negocio real y 5 empleos formales sostenidos. La inmobiliaria es la más pasiva, pero exige el capital más alto y que la propiedad genere renta: un departamento para uso propio no califica. La bursátil es la más simple operativamente (instrumentos registrados en la BVA), con el capital bloqueado 2 años.
Fuente: Resolución MIC N° 283/2026 · verificación 13/07/2026.
El proceso, paso a paso
1 · Constitución de la inversión. El capital se materializa en la modalidad elegida (empresa constituida con plan de negocio, compra inmobiliaria con destino de renta, instrumentos bursátiles registrados, o proyecto turístico designado).
2 · Certificación vía SUACE. El Sistema Unificado de Apertura y Cierre de Empresas emite la Constancia de Inversionista Extranjero (CIE) en 5 días hábiles — es el documento que acredita la inversión ante Migraciones.
3 · Trámite ante la DNM. Con la CIE, la solicitud de residencia permanente se presenta ante la Dirección Nacional de Migraciones. El procesamiento total del programa es de 90 a 120 días corridos.
4 · Cédula paraguaya. Otorgada la permanente, se gestiona la cédula de identidad ante el Departamento de Identificaciones — válida por 10 años.
La carpeta se arma sobre los documentos generales de toda residencia: pasaporte vigente, antecedentes penales apostillados y certificado de nacimiento. El checklist fino puede variar según tu caso y nacionalidad — escribinos y te lo confirmamos.
Costos oficiales conocidos
Aranceles migratorios oficiales publicados por la DNM (escala en jornales, actualizada 01/07/2026): la tasa de residencia permanente es de 25 jornales — aproximadamente ₲2.930.000, unos USD 477 al jornal vigente. La renovación del carnet de permanente cuesta ₲468.308.
A eso se suman los costos propios de la modalidad (constitución de sociedad, escrituración inmobiliaria, comisiones bursátiles) y los honorarios profesionales si se tramita con gestión. El costo y plazo de la cédula (Identificaciones) se confirma al iniciar el trámite.
Fuente: migraciones.gov.py/aranceles-migratorios · Ley 6984 art. 100 · Dec. 4122/2025 · Res. DNM 513/2025 · verificado 13/07/2026.
Mantenimiento del estatus — la letra chica
Presencia física mínima: la residencia permanente se conserva con un ingreso a Paraguay de al menos 1 día cada 3 años corridos. No hay requisito de vivir en el país.
Mantenimiento de la inversión: en la modalidad bursátil rige una tenencia mínima de 2 años. Para las demás modalidades, el período mínimo de mantenimiento del capital no tiene una definición normativa publicada todavía — es la zona gris del programa. Tratala con tu asesor antes de mover capital.
Residencia migratoria ≠ residencia fiscal: el Investor Pass no te convierte automáticamente en residente fiscal paraguayo — son estatus distintos, con reglas y beneficios distintos. El detalle vive en el dominio Tributario.
Camino a la ciudadanía: la residencia permanente habilita a solicitar la naturalización a los 3 años.
Investor Pass vs. vía ordinaria vs. Mercosur
| Investor Pass | Vía ordinaria | Mercosur | |
|---|---|---|---|
| Quién califica | Inversores (4 modalidades) | Cualquier nacionalidad | Nacionales de países del Acuerdo Mercosur |
| Resultado | Permanente directa · cédula 10 años | Temporal 2 años → permanente 10 años | Temporal 2 años → permanente |
| Requisito económico | Inversión desde USD 70.000 | Solvencia económica (Res. DNM 407/2026) | Sin exigencia de inversión |
| Plazo estimado | 90–120 días corridos | Trámite ordinario DNM en dos etapas | Trámite simplificado por el Acuerdo |
Los aranceles difieren por vía (ej.: temporal Mercosur ₲2.230.040, escala may-2026). El detalle fino del régimen Mercosur se está verificando contra migraciones.gov.py.
Preguntas frecuentes
¿Qué es el Paraguay Investor Pass? Un programa de residencia permanente directa por inversión, vigente desde abril de 2026 (Res. MIC N° 283/2026): desde USD 70.000, cédula por 10 años, sin etapa temporal previa.
¿Cuánto tarda? 90–120 días corridos de procesamiento; la certificación SUACE (CIE) toma 5 días hábiles.
¿Cuánto cuesta el trámite migratorio? La tasa DNM de residencia permanente es de 25 jornales (≈ USD 477), más los costos de la modalidad de inversión elegida.
¿Incluye a mi familia? La reglamentación operativa del programa se está completando. Contanos tu caso y te confirmamos el detalle para tu grupo familiar.
¿Me convierte en residente fiscal? No automáticamente: residencia migratoria y fiscal son estatus distintos. Ver Tributario.
¿Pierdo la residencia si no vivo en Paraguay? No: se conserva con un ingreso físico de al menos 1 día cada 3 años corridos.
¿Qué pasa si vendo la inversión? En la bursátil rige tenencia mínima de 2 años. En las demás modalidades el período mínimo no tiene una definición normativa publicada todavía — consultalo antes de estructurar la salida.
¿Puedo llegar a la ciudadanía? Sí: la permanente habilita a solicitar la naturalización a los 3 años.
O Guia Definitivo do Paraguai
La web te da el mapa. La Guía te da el criterio completo. Todo lo publicado en este sitio es gratis, con fuente y fecha. La Guía es el siguiente nivel: el juicio aplicado — qué conviene según tu perfil, dónde sí y dónde no, y el directorio de contactos verificados que vive únicamente acá.
Qué es (y qué no es)
La Guía es un producto online de acceso permanente: no es un PDF que se desactualiza en un cajón, sino una base viva que se corrige y amplía con el mismo método del sitio — cada dato con su fuente y su fecha. La comprás una vez y la seguís consultando actualizada.
La diferencia con el sitio: el sitio publica la información verificada (el mapa). La Guía suma el criterio: la comparativa real por tipo de perfil — recién llegado, familia, inversor, empresa — con lo que cada decisión implica y lo que nadie te dice en el mostrador.
Qué no es: no es asesoría personalizada (para eso están los servicios) ni un curso. Es el manual de criterio que te ahorra los errores caros de los primeros meses.
Qué contiene
1 · Criterio por perfil. Qué barrio, qué banco, qué estructura y qué camino migratorio según tu caso: explorador, familia que se muda, inversor inmobiliario, empresario que abre operación.
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Comprar propiedad en Paraguay: la ley leída artículo por artículo, los riesgos reales de títulos y el mercado sin humo.
Hallazgo principal de la verificación
Para el inversor extranjero, la tesis inmobiliaria de Paraguay se sostiene en tres hechos verificados que conviene leer juntos:
El extranjero compra en igualdad de condiciones, sin residencia. El Código Civil no distingue nacionalidad para adquirir inmuebles; la única restricción legal verificada es la Ley 2532/2005 de zona de seguridad fronteriza (franja de 50 km): prohíbe inmuebles rurales a extranjeros de países limítrofes (Brasil, Argentina, Bolivia) y a personas jurídicas de capital mayoritario limítrofe — y la propia ley la levanta para el limítrofe con radicación permanente (Ley 2647/05). Un europeo o estadounidense no está alcanzado; un inmueble urbano en Ciudad del Este tampoco.
El riesgo real no está en la ley sino en el registro. La superposición de títulos es un problema reconocido oficialmente por la propia Corte Suprema, al punto de que en 2025 se creó por Ley 7424/2025 el Registro Unificado Nacional (RUN), que fusiona Registros Públicos, Catastro y Mensuras con un identificador único por inmueble. Mientras el RUN madura, el estudio de títulos (20+ años de cadena de dominio) es la inversión defensiva no negociable.
Mercado barato en la región, rendimiento de un dígito, datos privados. No existe índice oficial de precios (BCP/INE): las referencias son relevamientos privados. Asunción ronda USD 1.400–1.600/m² en departamentos nuevos (mar-2026, portales; USD 1.697/m² según metodología RIAL mar-2025), con yield bruto defendible de 6–9% anual — las cifras de dos dígitos que circulan son material comercial. Impuesto de tenencia bajísimo (1% del valor fiscal, y el valor fiscal es una fracción del de mercado) y transacción total en torno al 4–5% del precio.
Fronteras respetadas: el detalle tributario del inversor (IRP/IRE/INR) vive en Tributario y se referencia con lo esencial; el crédito AFD de segundo piso se conecta con Bancos; la residencia que habilita al limítrofe y al crédito bancario vive en Residencia; la construcción como sector macro, en Economía.
Acceso del extranjero3 datos
Un extranjero puede adquirir inmuebles en Paraguay en igualdad de condiciones con los nacionales, sin necesidad de residencia, fuera de la zona de seguridad fronteriza (y aun dentro de ella si no es oriundo de país limítrofe o el inmueble es urbano).
La regla surge por ausencia de restricción: el Código Civil (Ley 1183/85) no distingue nacionalidad para adquirir derechos reales. Las únicas restricciones legales verificadas son la Ley 2532/2005 (Inmobiliario) y las del Estatuto Agrario para tierras de reforma agraria (Inmobiliario). No existe —a diferencia de Argentina o Brasil— una ley de límite porcentual de tierras en manos extranjeras (afirmación en negativo, basada en ausencia de hallazgos).
Según práctica notarial convergente, un extranjero puede comprar con pasaporte vigente, sin cédula ni residencia, e incluso sin estar en Paraguay mediante poder otorgado en el exterior, apostillado o legalizado.
No se localizó norma primaria (DGRP/notariado) que enumere los documentos de identidad admisibles: la admisión depende de la calificación del escribano. El RUC no sería exigible para el acto de compra (sí cuando el inmueble genera rentas gravadas — ver Inmobiliario).
Una sociedad paraguaya (incluso de socios 100% extranjeros) puede adquirir inmuebles sin impedimento general; en zona de seguridad fronteriza, las sociedades por acciones que pretendan ser propietarias de inmuebles rurales deben tener acciones nominativas y no endosables (art. 4, Ley 2532/2005).
Existe un Dictamen Jurídico MEF N° 49/2025 (DGPEJBF, jul-2025) específicamente sobre el art. 4 y la constitución de sociedades en la zona — su existencia está verificada; su contenido no pudo descargarse (vacío). La vía societaria conecta con Societario: constituir la EAS/SRL exige representante con cédula paraguaya.
Restricciones territoriales5 datos
La Ley 2532/2005 establece una zona de seguridad de 50 km adyacente a las fronteras terrestres y fluviales, dentro de la cual los extranjeros oriundos de países limítrofes (Brasil, Argentina, Bolivia) y las personas jurídicas integradas mayoritariamente por ellos no pueden ser propietarios, condóminos ni usufructuarios de inmuebles RURALES, salvo autorización por decreto del Poder Ejecutivo fundada en interés público.
La Ley 2647/2005 (promulgada 18-ago-2005) sustituyó el art. 3 de la Ley 2532/2005: la prohibición no afecta (i) derechos adquiridos antes de la vigencia, (ii) derechos sucesorios de ciudadanos limítrofes, (iii) inmuebles adjudicados por subasta judicial o dación en pago a bancos de esos países, y —la clave para el lector— (iv) los derechos de los extranjeros oriundos de países limítrofes CON RADICACIÓN PERMANENTE en la República.
Consecuencia práctica verificada: un brasileño o argentino con residencia permanente paraguaya puede comprar inmuebles rurales en la franja de 50 km. La secuencia residencia→derechos plenos se repite en todo el sistema (banca Bancos, empresas Societario, frontera Inmobiliario).
Los actos contrarios a la Ley 2532/2005 son NULOS y aparejan multa equivalente al doble del valor de la operación (art. 8); los notarios tienen prohibido escriturar negocios no autorizados (art. 5) y las certificaciones del Catastro deben dejar constancia de que el inmueble está total o parcialmente en la zona (art. 7).
El control es triple: notarial, catastral y registral. Para el comprador esto significa que la condición fronteriza de un inmueble es detectable en el certificado catastral — pedirlo siempre en operaciones rurales del interior. El Ministerio de Defensa lleva el inventario de inmuebles rurales de la zona (art. 6).
La autorización excepcional para que un limítrofe adquiera inmuebles rurales en la zona la otorga el Poder Ejecutivo por decreto fundado en interés público (art. 2); la reglamentación (Decreto 7525/11) creó la CIZOSEF (Comisión Interinstitucional de la Zona de Seguridad Fronteriza), coordinada desde el Ministerio de Defensa Nacional.
El Estatuto Agrario (Ley 1863/2002, mod. 2002/2002) regula las tierras de la reforma agraria (INDERT): en colonias oficiales las adjudicaciones son para paraguayos (extranjeros solo con residencia permanente de más de 5 años); en colonizaciones privadas dentro de la franja fronteriza, al menos el 50% de los lotes debe adjudicarse a paraguayos; los lotes adjudicados tienen restricciones de disposición para evitar reventa.
Regla práctica para el comprador extranjero de campo: verificar que el inmueble rural NO provenga de adjudicación INDERT con restricciones vigentes — es parte del estudio de títulos. Hubo impulsos oficiales 2024–2025 para modificar el Estatuto y habilitar ventas a no beneficiarios; estado del proyecto no verificado.
Proceso de compra3 datos
La compra de un inmueble en Paraguay exige escritura pública ante escribano e inscripción en la Dirección General de Registros Públicos (DGRP) para oponibilidad a terceros; el circuito estándar es: reserva/contrato → estudio de títulos → certificado de condiciones de dominio → escritura → inscripción.
El estudio de títulos (verificación de la cadena de dominio de 20+ años, gravámenes, medidas judiciales, correspondencia registro-catastro y origen no-INDERT del inmueble) es la etapa crítica de toda compra en Paraguay, por el riesgo real de superposición de títulos (Inmobiliario).
Es práctica profesional a cargo del escribano/abogado, no un trámite tasado. Desde 2025/26 se suma la consulta al RUN. Posicionamiento editorial: nunca presentar la compra en Paraguay como "sin riesgos"; el riesgo es gestionable y barato de mitigar en relación al precio, pero existe.
La DGRP, dependiente de la Corte Suprema de Justicia, lleva el Registro de Inmuebles: emite informes y certificados de condiciones de dominio y de anotaciones personales, y exhibe asientos a escribanos acreditados, con plataforma web de solicitudes. · competencias: registro de inmuebles y demás registros públicos, certificados de dominio, publicidad registral · sitio_oficial: pj.gov.py (sección DGRP)
Costos e impuestos3 datos
Los costos de transacción de una compraventa inmobiliaria en Paraguay suman en torno al 4–5% del precio, repartidos entre honorarios notariales, tasas registrales e IVA.
| concepto | valor | verificación |
|---|---|---|
| Honorarios notariales | escala legal regresiva desde 2% (Ley 1307/87) + IVA 10%; práctica usual citada 2–3% | ley primaria no renderizada; escala vía secundarias |
| Tasas registrales de inscripción | ~0,74% del monto del contrato (dato 2026) | solo secundaria — NO verificado en fuente primaria |
| IVA en la venta (vendedor contribuyente / primera venta) | efectivo 1,5% del precio (base 30% × tasa 5%) | VERIFICADO — DNIT + Ley 6380/2019 |
| Retención al vendedor persona física (ganancia de capital) | efectiva 2,4% del precio (IRP-RGC 8% sobre renta presunta 30%), vía escribano | verificado en concepto (cartillas DNIT + análisis convergentes) |
El impuesto inmobiliario anual es del 1% sobre la avaluación fiscal del Servicio Nacional de Catastro, recaudado por las municipalidades (Ley 125/91 mod. Ley 5513/2015), con tasa reducida del 0,50% para inmuebles rurales menores a 5 ha de uso agropecuario (única propiedad).
Los valores fiscales se reajustan anualmente por decreto según IPC: +4,1% para 2026 (Decreto 5181, dic-2025; +3,6% para 2025). En Asunción los valores fiscales 2026 van de ~₲134.183 a ₲565.141/m² en zonas pavimentadas (≈USD 18–75/m²) — una fracción del valor de mercado, por lo que la carga real de tenencia es muy baja. Ejemplo ilustrativo: un departamento con valor fiscal de ₲300 millones paga ~₲3 millones/año (≈USD 490).
La persona física residente tributa por alquileres IRP-Rentas y Ganancias del Capital al 8% sobre una base del 50% del alquiler (carga efectiva 4% del alquiler bruto), más IVA 5% en vivienda (10% no residencial); la ganancia por venta tributa 8% sobre renta presunta del 30% (efectivo 2,4% del precio, retenido por el escribano).
Si el arrendador es empresa, tributa IRE 10% con reglas propias. El tratamiento del no residente (INR, retenciones) no fue verificado en esta pasada — vive en Tributario y debe cargarse allá antes de publicar contenido para no residentes. Percibir rentas exige RUC.
Registro y catastro3 datos
El SNC (históricamente dependiente del MEF) administra el catastro y la valoración fiscal de los inmuebles, emite certificados catastrales y debe dejar constancia de la condición de zona fronteriza (art. 7, Ley 2532/2005); está en proceso de absorción por el RUN. · competencias: catastro, avaluación fiscal, certificados catastrales · sitio_oficial: catastro.gov.py
La Ley 7424/2025 crea el Sistema Nacional Unificado Registral y Catastral y el Registro Unificado Nacional (RUN), órgano del Poder Judicial que fusiona la DGRP, la Dirección de Catastro (SNC/MEF) y el Departamento de Mensuras del MOPC, asignando un número identificador único por inmueble para detectar y publicitar superposiciones de títulos.
Existe portal operativo (run.gov.py) y el RUN ya atiende público (noticias operativas CSJ, feb-2026). Es la reforma estructural más importante del sistema de propiedad en décadas: cuando madure, el identificador único debería reducir drásticamente el riesgo de Inmobiliario.
La superposición de títulos (un mismo inmueble con dos o más títulos inscriptos) es un problema real y reconocido oficialmente: la propia CSJ admite que "provoca que un mismo inmueble tenga dos o más títulos, generando caos y afectando la propiedad y la seguridad jurídica del país".
Las estimaciones de prensa sobre la superficie afectada (200.000–300.000 km²) NO están verificadas oficialmente y deben tratarse como denuncia periodística de orden de magnitud, no como dato (Paraguay tiene ~406.752 km²). Mitigación práctica verificable: estudio de títulos de 20+ años, informe catastral, mensura al día y consulta al RUN. El riesgo se concentra históricamente en inmuebles rurales y periurbanos; el producto nuevo en PH de Asunción con desarrollador establecido es el segmento de menor exposición.
Tipologías y preventa3 datos
La propiedad horizontal está regulada en el Código Civil (Ley 1183/85, Libro IV, arts. ~2128–2162), con requisitos catastrales específicos (Res. SNC 785/2019); el condominio sigue el régimen general de copropiedad del CC.
Discrepancia no resuelta entre fuentes: algunas fundan parte del régimen y el registro de boletos en la Ley 677/60 "De la propiedad por pisos" y su Decreto 2216/68; otras señalan que el CC derogó sus disposiciones contradictorias. Ambos cuerpos coexisten en la práctica registral.
Desde 2023–2024 la DGRP permite anotar boletos de compraventa en registros especiales: DTR 07/2023 para loteamientos y DTR/ORT 06/2024 (30-ago-2024) para unidades de propiedad horizontal construidas, en construcción o futuras — la anotación publicita el derecho del comprador y dificulta la doble venta.
Es voluntaria: el comprador en pozo debe exigirla, no asumirla. Antes de estas disposiciones, el boleto era un derecho puramente contractual invisible al registro.
La preventa típica se paga directamente al desarrollador (~30% entrada, ~40% en cuotas durante la obra de 18–24 meses, ~30% contra entrega, con descuentos del 15–30% vs unidad terminada), y NO existe un régimen legal de protección específico tipo fideicomiso o escrow obligatorio: la protección depende del contrato, de la anotación del boleto (Inmobiliario) y de la solvencia del desarrollador. · requisitos de diligencia (verificados en prensa con asesoría legal, ago-2025): terreno transferido a la sociedad o fideicomiso que ejecuta la obra; desconfiar de proyectos fondeados solo con preventa; permiso municipal y planos aprobados; trayectoria del desarrollador; si hay fideicomiso, está regulado por la Ley 921/96 (negocios fiduciarios, supervisión BCP)
Mercado6 datos
Advertencia de dominio. No existe índice oficial de precios de inmuebles en Paraguay. Todos los datos de precios y rendimientos de este cluster son estimaciones privadas fechadas, catalogadas con confianza acotada. Nunca publicar estas cifras sin su fecha y su naturaleza de estimación.
Ni el BCP ni el INE publican un índice de precios de inmuebles residenciales; las únicas referencias sistemáticas oficiales son los valores fiscales del SNC (base impositiva, no mercado), reajustados por IPC cada diciembre.
Consecuencia editorial: todo precio por m² que circula proviene de portales, consultoras o gremios (CAPADEI, InfoCasas, UbicaProp, Place Analyzer). Paraguay Insider los usa fechados y triangulados, nunca como "dato oficial". Es también una oportunidad de posicionamiento: curar y fechar datos que nadie más ordena.
El departamento nuevo en Asunción ronda USD 1.400–1.600/m² en promedio (mar-2026, portal), con barrios premium en USD 1.800–2.500/m² y usados 20–30% por debajo; la referencia con metodología académica (RIAL/MF Economía) dio USD 1.697/m² (mar-2025), ~39% por debajo del promedio de las capitales caras de la región.
| zona | USD/m² (nuevo) | fuente y fecha |
|---|---|---|
| Villa Morra | 1.900–2.500 | portal UbicaProp, mar-2026 |
| Manorá | 1.800–2.400 | ídem |
| Carmelitas | 1.800–2.300 | ídem |
| Recoleta | 1.400–1.800 | ídem |
| Centro/Microcentro | 1.000–1.400 | ídem |
| Promedio ciudad | 1.400–1.600 | ídem |
| Referencia RIAL (1–2 dorm.) | 1.697 | MF Economía s/ metodología RIAL, mar-2025 (vía prensa) |
No existe relevamiento sistemático publicado para CDE ni Encarnación; referencias sueltas: producto nuevo en CDE ≈ USD 1.100–1.500/m² (derivado de avisos, jul-2026); Encarnación con costanera citada a ~USD 700/m² como oportunidad (prensa, ~2025).
El rango defendible de yield bruto para departamentos en Asunción es 6–9% anual (largo plazo; neto estimado 4–6%); las cifras de 10–14% que circulan provienen mayormente de material comercial de quienes venden unidades y deben marcarse como tales.
Triangulación: operadores sin conflicto de interés reportan 6–8%; desarrolladores 7–9%; material de venta hasta 12–14% (temporal). Contraste de coherencia: alquileres premium de ₲7–10 M/mes por ~190–200 m² (ene-2026) ≈ USD 5–7/m²/mes. Global Property Guide no publica yield para Asunción por falta de datos. A favor del neto: impuesto de tenencia bajísimo (Inmobiliario) y carga efectiva del 4% sobre alquileres (Inmobiliario).
No existe registro oficial de nacionalidad de compradores (la DGRP no lo publica); las estimaciones de operadores dicen que en 2024 los argentinos eran 5–6 de cada 10 inversores extranjeros (InfoCasas vía Forbes, ago-2024), con reportes 2025 de recomposición hacia brasileños (maquila, Alto Paraná) y europeos.
Los argentinos se concentran en unidades chicas para renta en el eje corporativo de Asunción. Todas las proporciones son percepción de mercado, no censo — catalogadas para narrativa, no como estadística.
La construcción creció 6,2% acumulado en 2025 (BCP, Cuentas Nacionales; economía total +6,6%), y en Asunción las solicitudes de aprobación de planos venían en fuerte alza (+63% de recaudación por planos ene-feb 2025 vs 2024; 288 edificios de más de 5 niveles solicitados en 2024 — Municipalidad de Asunción).
Financiamiento y alquiler4 datos
Che Róga Porã (versión 3.0, may-2026) financia primera vivienda a personas de hasta 9 salarios mínimos de ingreso, a tasas de hasta 6,5% (1–6 SMV) y 9,9% (6–9 SMV) a 30 años en guaraníes, con topes de ~₲837 M de crédito en Asunción/Central; está dirigido a paraguayos (incluido el canal para paraguayos en el exterior) y NO se encontró disposición que habilite a extranjeros.
Financia compra en pozo solo en proyectos habilitados por el MUVH (cherogapora.gov.py) — filtro útil como señal de calidad aun para quien no accede al crédito. Creó además PRODESI (línea AFD para desarrolladores, 9,9%, 5 años). Discrepancia menor de topes entre prensa y página AFD, probablemente por el reajuste del salario mínimo jul-2026: la página AFD (17-06-2026) es la referencia. · plazo: hasta 30 años
El producto AFD "Mi Casa" (segundo piso) financia hasta 2 viviendas de máximo ₲1.500 millones cada una por beneficiario, hasta el 100% del valor, a plazos de hasta 20 años (hipoteca) o 30 (fiduciaria), en guaraníes o dólares, para cualquier persona física calificada como sujeto de crédito por una entidad financiera — sin requisito de nacionalidad ni de "primera vivienda" en su página oficial.
En la práctica, los bancos intermediarios exigen cédula paraguaya (residencia) e historial local — práctica de mercado, no norma escrita verificada. La tasa final = tasa AFD + margen del banco; el Directorio AFD fijó nuevas tasas por Res. 07 del 08-ene-2026 (vigentes 02-feb-2026), cuyos valores numéricos no se obtuvieron — vacío.
Referencia de mercado (jul-2026): Banco GNB publica hipotecarios de fondos propios a 11,50% en guaraníes hasta 10 años, 12,50% hasta 15 años y 10,00% en dólares; la fuente oficial para promedios del sistema es el Resumen Mensual de Tasas de Interés del BCP.
No existe ley especial de alquileres de vivienda: rige el contrato de locación del Código Civil (Ley 1183/85, Libro III) con libertad contractual en plazos, actualización y garantías; el desalojo es por juicio civil (CPC Ley 1337/88), con duración práctica reportada de 3–6 meses, y la autotutela (corte de servicios, cambio de cerradura) está prohibida.
Práctica habitual: 1–2 meses de depósito y/o garante (no fijados por ley). Ningún hallazgo indica que un extranjero sin residencia tenga impedimento para alquilar (como inquilino o propietario) — afirmación en negativo; el mercado compensa la falta de arraigo con garantías más fuertes. El tratamiento tributario del locador está en Inmobiliario.
Vacíos declaradosno verificado
Lo que este dominio no afirma todavía — declarado en la verificación y pendiente de fuente:
contenido del Dictamen MEF 49/2025; estado parlamentario 2023–2026 de reformas a la Ley 2532 (SILPY inaccesible); rol del CODENA; tasa registral 0,74% y plazo de reserva de 30 días del certificado de dominio (solo secundarias); escala vigente completa del arancel notarial (Ley 1307/87, página BACN vacía); texto primario de la DTR 06/2024; tributación INR del no residente (cargar en Tributario); tasas AFD Res. 07/2026; costo del certificado catastral; discrepancia CC vs Ley 677/60 en PH; magnitud oficial de la superposición de títulos; cifra de "21.000 departamentos en construcción".
Societário e trabalhista
Abrir empresa y contratar en Paraguay: vehículos, SUACE, costo real de emplear y las reglas de salida que nadie explica.
Hallazgo principal de la verificación
Para el inversor extranjero, la tesis societario-laboral de Paraguay se sostiene en tres hechos verificados que conviene leer juntos:
Puede ser 100% dueño sin residencia, pero no administrador. Un extranjero sin cédula paraguaya puede ser socio/accionista único de una EAS, SRL o SA (incluso vía sociedad extranjera). Pero el representante legal debe tener cédula paraguaya "sin excepciones" (FAQ oficial EAS del MIC) y los miembros del órgano de administración extranjeros necesitan radicación permanente. La secuencia práctica es: residencia → cédula → control operativo pleno (puente directo con Residencia).
La EAS cambió el costo de entrada. Con la Ley 6480/2020, constituir una empresa con estatuto proforma es 100% online vía SUACE, en 72 horas hábiles declaradas y costo cero, sin capital mínimo. La constitución clásica (SA/SRL, escritura pública, 8–30 días hábiles) sigue vigente para estructuras a medida.
Emplear es barato en nómina pero rígido en salida. Cargas sociales totales de 25,5% (16,5% patronal + 9% trabajador, IPS), salario mínimo ₲3.044.000 (≈USD 496, jul-2026), pero: aguinaldo obligatorio, indemnización por despido injustificado creciente y estabilidad casi absoluta a los 10 años de antigüedad (despido solo con justa causa probada judicialmente). El costo real del empleo está en la terminación, no en la nómina.
Fronteras respetadas: la carga tributaria de la empresa (IRE, IDU, Ley 60/90, regla del 1,5%) vive en Tributario y se referencia; la cuenta bancaria y el compliance PLD viven en Bancos; la residencia y la cédula viven en Residencia. Societario toma el vehículo societario y la relación laboral.
Tipos societarios7 datos
Paraguay ofrece cinco vehículos principales para operar un negocio: EAS (Ley 6480/2020), SA y SRL (Código Civil, Ley 1183/85), empresa unipersonal/EIRL (Ley 1034/83) y sucursal de sociedad extranjera (art. 1197 CC).
Para el extranjero que empieza, la EAS es el vehículo por defecto (online, sin capital mínimo, desde 1 socio); la SA se usa para estructuras con múltiples accionistas o inversión institucional; la SRL para sociedades cerradas de 2–25 socios; la sucursal para extender una empresa ya existente en el exterior. Ninguno exige capital mínimo legal salvo la EIRL.
La Ley 6480/2020 crea la EAS, persona jurídica siempre comercial, de 1 o más socios, sin capital mínimo ni máximo, con responsabilidad limitada al aporte.
Reglamentada por Decreto 3998/2020 y Resoluciones DGPEJBF 623/20, 01/2021, 02/2022 y 04/2022. Acciones nominativas (Ley 5895/2017); venta privada permitida; prohibido cotizar en bolsa (art. 16, Dec. 3998/2020); síndico opcional; la unipersonal debe denominarse "Unipersonal" y designar representante suplente.
La EAS permite operar con identidad tributaria separada del socio, responsabilidad limitada, sin capital mínimo, con síndico opcional y gobernanza simplificada.
Regla de integración: si el capital en efectivo supera ₲3.478.857.600 (tope de mediana empresa, Dec. 11.453/2013, "sujeto a ajuste del salario mínimo"), debe integrarse al menos el 20% con depósito en el BNF. Aportes en especie: integración total en el acto; bienes registrables se transfieren a la EAS en 60 días hábiles. Exige 5 libros rubricados (art. 31 — la Guía MIC que dice "sin libros" está desactualizada frente a la ley; prevalece la ley).
La SA se constituye por escritura pública, con mínimo 2 socios sin máximo, sin capital mínimo legal, responsabilidad limitada al aporte, síndico y libros societarios obligatorios, y registro estimado en 8–30 días hábiles.
Regulada por el Código Civil (Ley 1183/85, arts. ~1048–1159). Publicación obligatoria en diarios. Asamblea ordinaria anual dentro de los 4 meses del cierre del ejercicio (art. 1079 CC). Acciones nominativas desde la Ley 5895/2017.
La SRL admite de 2 a 25 socios, capital dividido en cuotas (de mil guaraníes o múltiplos), responsabilidad limitada al aporte, y registro estimado en 15–30 días hábiles; con menos de 5 socios, la transferencia de cuotas requiere aprobación unánime.
La empresa unipersonal (persona física comerciante) comparte RUC con su dueño y la responsabilidad es ilimitada; la EIRL (Ley 1034/83) limita la responsabilidad al capital afectado pero exige escritura pública y capital mínimo de 2.000 jornales mínimos.
A jornal ₲117.077 (jul-2026), el capital mínimo EIRL ronda ₲234 millones (≈USD 38.100) — cifra derivada, verificar caso a caso. Por eso, para responsabilidad limitada con poco capital, la EAS desplazó en la práctica a la EIRL.
Una sociedad extranjera puede abrir sucursal en Paraguay cumpliendo el art. 1197 del Código Civil: representación con domicilio local, acreditación de constitución conforme a su ley de origen, y justificación de la decisión, capital asignado y representantes. · requisitos: escritura pública que protocolice estatutos de origen apostillados/legalizados, acuerdo de creación de la sucursal, poder inscripto en la Sección Poderes del Registro Público, y cédula paraguaya de directivos o apoderados extranjeros
Constitución y cierre4 datos
El SUACE (Ley 4986/2013, modificada y ampliada por Ley 6867, sancionada 13-dic-2021) es la ventanilla única del MIC para apertura, formalización y cierre de empresas, con plazo global declarado de 20 días hábiles con documentación completa.
Una EAS con estatuto proforma se constituye 100% online en eas.mic.gov.py en 72 horas hábiles declaradas y costo cero; con estatuto propio (documento privado certificado o escritura), 8 días hábiles.
La constitución de una SA o SRL sigue 5 estaciones: escritura pública → dictamen DGPEJBF → inscripción en Registros Públicos (+ matrícula de comerciante) → RUC ante DNIT (sistema Marangatu, RG 79/2021) → inscripción patronal IPS/MTESS y patente municipal. · requisitos: escritura original + 2 copias autenticadas; boleta de depósito BNF si hay capital en efectivo; formularios DGRP N° 1, 14 y 17 con tasas judiciales; escritura inscripta y matrícula para el RUC (exigible desde 09/08/2021); cédulas de socios y representantes · costo: tasas judiciales, arancel de dictamen y honorarios notariales NO VERIFICADOS en fuente primaria (el PDF de aranceles SUACE 2024 no pudo extraerse) — vacío declarado, no publicar cifras · plazo: SA 8–30 días hábiles; SRL 15–30 (Guía MIC, may-2025)
El cierre formal de una empresa exige estar 100% al día en al menos 4 frentes —DNIT (cancelación de RUC, Form. 623, dentro de 30 días hábiles del cese), municipalidad (clausura de patente), DGPEJBF/Registros (disolución y liquidación) e IPS/MTESS— y no tiene plazo oficial publicado.
Para las EAS, apertura, cierre, disolución y liquidación se tramitan únicamente por SUACE; la liquidación no culmina hasta inscribir el balance de cierre, previa certificación de no adeudar obligaciones tributarias, laborales y similares (art. 38, Ley 6480). La disolución exige certificado de cumplimiento tributario y clausura de patente.
Extranjeros en la empresa3 datos
Un extranjero sin residencia puede ser socio (incluso único) de una empresa paraguaya, pero el representante legal debe tener nacionalidad paraguaya o cédula de identidad paraguaya "sin excepciones", y los miembros extranjeros del órgano de administración necesitan radicación permanente.
El socio extranjero sin cédula actúa mediante poder (apostillado/legalizado y traducido si viene del exterior; inscripto en el Registro de Poderes si se otorga en Paraguay). DNIT confirma la misma regla para el RUC: el representante legal extranjero debe adjuntar cédula de identidad vigente emitida en Paraguay; los socios, solo documento de identidad vigente. Consecuencia práctica: sin residencia, el extranjero necesita un representante local de confianza; con radicación permanente y cédula, asume el control operativo pleno.
Una persona jurídica extranjera puede ser socia de una sociedad paraguaya (incluida la EAS), adjuntando su documentación identificativa traducida por traductor público matriculado si no está en castellano.
El inversionista que se compromete a invertir USD 70.000 en 2 años y generar 5 empleos formales para paraguayos obtiene la Constancia de Inversionista SUACE, que habilita la residencia permanente categoría inversionista (Ley 6984/22, validez 10 años renovables) y de ahí la cédula. · costo: aranceles migratorios (Guía MIC, may-2025, perecederos): residencia permanente ₲2.690.675; certificado de radicación ₲215.254; multa por estadía vencida ₲645.762 · plazo: compromiso a 2 años
Gobernanza y cumplimiento2 datos
La Ley 6446/2019 (reglamentada por Decreto 3241/2020) obliga a todas las personas y estructuras jurídicas —incluidas las constituidas en el extranjero— a registrar a sus beneficiarios finales ante el MEF (DGPEJBF); el incumplimiento bloquea el RUC y la operación con bancos.
Una sociedad operativa cumple cada año, como mínimo: asamblea ordinaria dentro de los 4 meses del cierre (art. 1079 CC) → comunicación a la DGPEJBF en 15 días hábiles → estados financieros ante DNIT ("Obligación 948", vencimiento normal ~abril, prorrogado a junio en 2025 y 2026) → balance municipal para la patente (Asunción: 31-may pequeños contribuyentes / 30-jun sociedades; multas 30% hasta 31-dic, 50% después).
Las transferencias de acciones se comunican a la DGPEJBF en 15 días hábiles (Ley 5895/2017). Novedad 2026: la RG DNIT 49/2026 exige detallar composición y destino de utilidades acumuladas en las notas de los EEFF cerrados al 31-12-2025; la RG 50/2026 prorrogó su presentación a junio 2026.
Relación laboral6 datos
La Ley 213/93 (Código del Trabajo) rige todas las relaciones de dependencia en Paraguay, para trabajadores y empleadores nacionales o extranjeros, y sigue vigente sin reforma integral a julio 2026.
El salario mínimo legal para actividades diversas no especificadas vigente desde el 1 de julio de 2026 es ₲3.044.000 mensuales (jornal diario ₲117.077), por reajuste del 5% dispuesto por el Decreto N° 6225 del 17 de junio de 2026.
| concepto | valor | vigencia | norma |
|---|---|---|---|
| Salario mínimo mensual | ₲3.044.000 (≈USD 496 a ₲6.140) | desde 01-07-2026 | Decreto 6225/2026 |
| Jornal mínimo diario | ₲117.077 | desde 01-07-2026 | Decreto 6225/2026 |
| Anterior (referencia) | ₲2.899.048 / jornal ₲111.502 | 01-07-2025 a 30-06-2026 | Decreto 4122/2025 |
El contrato laboral puede ser verbal o escrito, pero debe constar por escrito si la remuneración supera el salario mínimo (art. 43); sin contrato escrito se presume cierta la relación alegada por el trabajador (art. 48); el periodo de prueba es de 30 días (no calificados y servicio doméstico) o 60 días (calificados y aprendices), sin responsabilidad de terminación para ninguna parte.
Plazo determinado: máximo 1 año (obreros) / 5 años (empleados); las labores permanentes se presumen por tiempo indefinido (arts. 49–50). Para técnicos altamente especializados puede pactarse otro plazo de prueba. La prueba no rige en recontratación para el mismo puesto.
La jornada máxima es 8 h/día y 48 h/semana (diurna), 7 h/42 h (nocturna, 20:00–06:00) y 7,5 h/45 h (mixta); las horas extras diurnas se pagan con recargo mínimo del 50%, las nocturnas y las de feriados/descanso al 100%, y el trabajo nocturno ordinario con recargo del 30%.
Tope de extras: 3 h diarias, 9 semanales. Aritmética de control verificada contra el Decreto 4122/2025: salario mínimo nocturno = mensual × 1,30.
El aguinaldo equivale a 1/12 de todas las remuneraciones devengadas en el año calendario (salario, extras, comisiones) y debe pagarse antes del 31 de diciembre, o al terminar la relación laboral si ocurre antes (art. 243); es inembargable (art. 244).
No integran el cálculo la bonificación familiar, viáticos ni reposos (MTESS). Está excluido de la base de aportes al IPS (verificado en fuente primaria IPS). Desde el 2 de enero el incumplimiento es denunciable y multable. El MTESS publica calculadora oficial.
Las vacaciones anuales son de 12 días hábiles (1–5 años de antigüedad), 18 días (más de 5 y hasta 10) y 30 días (más de 10 años), tras cada año completo de servicio (art. 218).
Inician en lunes (o día hábil siguiente si es feriado); el empleador comunica la fecha por escrito con 15 días de anticipación; prescriben al año, acumulables hasta 2 años a pedido del trabajador. Existe un reglamento MTESS de otorgamiento cuyo número de resolución no se verificó.
Terminación y estabilidad2 datos
El despido sin justa causa obliga a preaviso escalonado por antigüedad y a una indemnización de 15 salarios diarios por año de servicio (o fracción >6 meses), sobre el promedio de los últimos 6 meses.
| antigüedad | preaviso (art. 87) | indemnización (art. 91) |
|---|---|---|
| Prueba (30/60 días) | ninguno | ninguna |
| Hasta 1 año | 30 días | 15 jornales/año o fracción >6 meses |
| >1 a 5 años | 45 días | ídem, acumulativo |
| >5 a 10 años | 60 días | ídem, acumulativo |
| >10 años | 90 días | ver Societario (estabilidad: doble si no hay reintegro) |
A los 10 años ininterrumpidos con el mismo empleador el trabajador adquiere estabilidad especial (art. 94): solo puede ser despedido con justa causa probada judicialmente (arts. 95–96); si la reintegración no es factible, corresponde doble indemnización (art. 97).
El despido dentro de los 6 meses previos a adquirir la estabilidad, hecho para impedirla, es abuso de derecho y el juez puede ordenar reposición (art. 102). Para el empleador extranjero, este es el dato que más altera el cálculo de riesgo laboral de largo plazo y el que la reforma anunciada pondría en discusión (Societario).
Cargas sociales y registros2 datos
El empleo formal paga al IPS un total de 25,5% del salario: 16,5% aporte patronal y 9% del trabajador, sobre la remuneración total en dinero o especie, excluidos aguinaldo y bonificación familiar, con base mínima igual al salario mínimo.
| aporte | tasa | base |
|---|---|---|
| Patronal | 16,5% | remuneración total (excl. aguinaldo y bonif. familiar) |
| Trabajador | 9% | ídem |
| Total | 25,5% | base mínima: salario mínimo legal (art. 20, Dec.-Ley 1860/50) |
Todo empleador debe inscribirse en el REOP del MTESS al inicio de actividades (plazo 60 días; vía web, SUACE o automática por vinculación IPS-MTESS) y comunicar con carácter de declaración jurada, en 30 días, las entradas y salidas de trabajadores, vacaciones, sanciones, accidentes, salarios, aguinaldo y liquidaciones. · requisitos: el registro ante IPS (sistema REI) se considera también realizado ante MTESS (Dec. 1989/2024); multas por inscripción tardía 10–20 jornales (10 para MIPYMES); por comunicación tardía 1–3 jornales · plazo: inscripción 60 días; comunicaciones 30 días
Temas especiales3 datos
Un extranjero puede trabajar en relación de dependencia con residencia (temporal o permanente) de Migraciones conforme a la Ley 6984/2022 y su documento de radicación; el Código Laboral aplica por igual a nacionales y extranjeros, y NO se encontró en la ley vigente ninguna proporción mínima de trabajadores paraguayos (la "regla 90/10" citada en guías privadas no está confirmada como norma vigente).
El IPS admitiría inscripción provisional con carnet de Migraciones más documento de origen (resolución citada solo en fuente secundaria). Revisados los arts. 1–168 de la Ley 213/93: no contienen la proporción 90/10; podría provenir del código derogado (Ley 729/61), extremo tampoco verificado. Tratamiento editorial: información con advertencia; el caso concreto se deriva a profesional.
La Ley 6738/2021 regula el teletrabajo dependiente en sector público y privado, con igualdad de derechos, voluntariedad y reversibilidad (aviso escrito con 15 días), y derecho a la desconexión de al menos 12 horas continuas.
A julio 2026 rige un régimen laboral y de seguridad social diferenciado para MIPYMES (Ley 7444/2025, reglamentada por Decreto 4535/2025 y Res. MTESS 220/2026), y existe una reforma integral del Código del Trabajo anunciada por el Ejecutivo (sep-2024, incluiría revisar la estabilidad a los 10 años) que NO se ha convertido en ley.
Vacíos declaradosno verificado
Lo que este dominio no afirma todavía — declarado en la verificación y pendiente de fuente:
tasas judiciales/aranceles de constitución clásica y honorarios notariales (PDF de aranceles SUACE no extraíble); resolución MTESS 2026 de salarios escalafonados post-Decreto 6225; desglose interno del 16,5% patronal; numeración exacta de artículos del Libro II del CT (valores sí corroborados); costo de patente municipal por municipio; duración real de un cierre completo; fecha exacta de promulgación de la Ley 6480; contenido de la Ley 7446/2024 (IPS, 36→120 meses); restricciones de tierras fronterizas (Ley 2532/2005 — pertenece a Inmobiliario, se cargará allá).
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